Por Vanessa Rosa
Recentemente, com as crescentes demandas das cidades, o avanço acelerado de diversas tecnologias e o uso ampliado da COSIP – Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública trazido pela reforma tributária, muito se tem debatido sobre a efetiva implementação de serviços de cidades inteligentes no contexto dos municípios brasileiros.
Como se sabe, muitos desses serviços estão correlacionados à iluminação pública, especialmente pela sinergia natural decorrente da possibilidade (ou mesmo necessidade) de utilização da infraestrutura do parque luminotécnico como aparato para os serviços de smart cities. Daí surgir a necessária reflexão sobre como integrar serviços públicos de iluminação pública e serviços de cidades inteligentes em um mesmo contrato de parceria público-privada, as denominadas PPPs.
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