Fórum CAIXA-ABCIP de Iluminação Pública SmartCity Business 2026

Sobre os painéis

O Fórum CAIXA-ABCIP de Iluminação Pública discutiu os desafios e oportunidades para o avanço da iluminação pública e cidades inteligentes no Brasil. Durante dois dias de evento, realizado dentro do Smart City Business 2026, especialistas, gestores públicos e representantes do setor trataram temas essenciais para construção de cidades mais eficientes, inovadoras e sustentáveis.

Mesa 1 - Concessões de Iluminação Pública no Brasil: por que o mercado avança, mas não escala como poderia?

O Brasil consolidou um pipeline relevante de concessões de iluminação pública, com casos bem-sucedidos e crescente interesse de investidores. No entanto, a expansão do modelo ainda é desigual e concentrada em municípios com maior capacidade técnica e institucional.

Enquanto isso, a incorporação de soluções de Smart Cities permanece limitada, e grande parte dos municípios — especialmente pequenos e médios — enfrenta barreiras estruturais para acessar esse mercado, seja por falta de informação, equipe qualificada ou capacidade de estruturação.

Pergunta central:

Quais são os principais gargalos institucionais, regulatórios e de mercado que impedem a expansão e a evolução das concessões de iluminação pública no Brasil, especialmente nos municípios de menor porte?

Mesa 1 - Concessões de Iluminação Pública no Brasil: por que o mercado avança, mas não escala como poderia?

O Brasil consolidou um pipeline relevante de concessões de iluminação pública, com casos bem-sucedidos e crescente interesse de investidores. No entanto, a expansão do modelo ainda é desigual e concentrada em municípios com maior capacidade técnica e institucional.

Enquanto isso, a incorporação de soluções de Smart Cities permanece limitada, e grande parte dos municípios — especialmente pequenos e médios — enfrenta barreiras estruturais para acessar esse mercado, seja por falta de informação, equipe qualificada ou capacidade de estruturação.

Pergunta central:

Quais são os principais gargalos institucionais, regulatórios e de mercado que impedem a expansão e a evolução das concessões de iluminação pública no Brasil, especialmente nos municípios de menor porte?

Participantes

Participantes

Pedro Iacovino

Mediador

Presidente da ABCIP - Associação Brasileira das Concessionárias de Iluminação Pública

Miguel Noronha

Palestrante

Managing Director da BMPI

André Luís G A Pimenta

Consultor em PPPs e Concessões MM Soluções e Inovação

Leandro Teodoro Andrade

Advogado da Spalding Sertori

Pedro Iacovino

Mediador

Presidente da ABCIP - Associação Brasileira das Concessionárias de Iluminação Pública

Miguel Noronha

Palestrante

Managing Director da BMPI

André Luís G A Pimenta

Consultor em PPPs e Concessões MM Soluções e Inovação

Leandro Teodoro Andrade

Advogado da Spalding Sertori

Márcio Pinto

Diretor Comercial da Zopone Engenharia

Peter Cabral

Founder & Managing Partner, Mount Olive Partners

Ricardo Oliveira Souza

Gerente Executivo Caixa

Rogério Oliveira da Silva

Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Exati Tecnbologia

Galeria de fotos dia 16 de junho

Galeria de fotos mesa 1 dia 16 de junho


Mesa 2 - Cidades Inteligentes começam na gestão: quais capacidades mínimas os municípios precisam estruturar antes de contratar soluções?

A agenda de Cidades Inteligentes tem avançado no campo das soluções tecnológicas, mas frequentemente desconsidera a capacidade da máquina pública de planejar, contratar, integrar e gerir esses projetos ao longo do tempo.

A ausência de planejamento estruturado e de diretrizes claras leva a iniciativas fragmentadas, baixa eficiência e risco de descontinuidade, especialmente em municípios com menor capacidade institucional.

Pergunta central:

Quais capacidades institucionais, instrumentos de planejamento e estruturas de governança são indispensáveis para que municípios — especialmente os de pequeno e médio porte — consigam estruturar e sustentar projetos de iluminação pública e Smart Cities?

Mesa 2 - Cidades Inteligentes começam na gestão: quais capacidades mínimas os municípios precisam estruturar antes de contratar soluções?

A agenda de Cidades Inteligentes tem avançado no campo das soluções tecnológicas, mas frequentemente desconsidera a capacidade da máquina pública de planejar, contratar, integrar e gerir esses projetos ao longo do tempo.

A ausência de planejamento estruturado e de diretrizes claras leva a iniciativas fragmentadas, baixa eficiência e risco de descontinuidade, especialmente em municípios com menor capacidade institucional.

Pergunta central:

Quais capacidades institucionais, instrumentos de planejamento e estruturas de governança são indispensáveis para que municípios — especialmente os de pequeno e médio porte — consigam estruturar e sustentar projetos de iluminação pública e Smart Cities?

Participantes

Participantes

Vanessa Souza Rosa

Mediadora

Sócia da Lacaz Martins na Lacaz Martins Pereira Neto Gurevich & Schoueri Advogados

Alexandre Piva Destro

Diretor Comercial da REEME Inovação em Iluminação

Daniel Lyra Rodrigues Cargo

Chief Product Officer da Bairros Inteligentes

Durval Maluf Filho

Gerente de Projetos do IEE - Instituto de Energia e Ambiente da USP

Eduardo Tavares

Secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros do Ministério de Integração e Desenvolvimento Regional

João Alberto Rodrigues

Consultoria, In company e pesquisa BDM - Business Development Menager

Marcio Fernandes Fioravanti da Silva

Assessor da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos - Casa Civil da Presidência da República

Regis Salmaso

Head de operações de Netmore

Samuel Henrique do Carmo Miranda

Coordenador de Relacionamento do Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades - IPGC

Vanessa Souza Rosa

Moderadora

Sócia da Lacaz Martins na Lacaz Martins Pereira Neto Gurevich & Schoueri Advogados

Alexandre Piva Destro

Diretor Comercial da REEME Inovação em Iluminação

Daniel Lyra Rodrigues Cargo

Chief Product Officer da Bairros Inteligentes

Durval Maluf Filho

Gerente de Projetos do IEE - Instituto de Energia e Ambiente da USP

Eduardo Tavares

Secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros do Ministério de Integração e Desenvolvimento Regional

João Alberto Rodrigues

Consultoria, In company e pesquisa BDM - Business Development Menager

Marcio Fernandes Fioravanti da Silva

Assessor da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos - Casa Civil da Presidência da República

Regis Salmaso

Head de operações de Netmore

Samuel Henrique do Carmo Miranda

Coordenador de Relacionamento do Instituto de Planejamento e Gestão de Cidades - IPGC

Galeria de fotos dia 16 de junho

Galeria de fotos mesa 2 dia 16 de junho